
Um dos maiores flops da época vilacondense, uma vez que trazia currículo da Polónia, mas não se conseguiu evidenciar em Portugal.
Marc Gual é reforço do Kairat, do Cazaquistão. O avançado deixa o Rio Ave, onde apontou apenas um golo em 11 jogos e não teve impacto, depois de ter feito vários golos no Legia Varsóvia.


5 Comentários
Bisc8
Não dando uma de Clismo mas será que iremos ver mais um contentor de jogadores estrangeiros de qualidade duvidosa? é que só tinham 4 portugueses e ainda por cima o Joao Graça nao vai renovar. Vão ser contratados mais 3/4 gregos para ser a seleção grega em Portugal.
FrunoBernandes
A resposta é: sim!
Marinakis não tem qualquer interesse no desenvolvimento (ou criação?) do projeto vila-condense. O Rio Ave atualmente serve apenas como clube satélite dos “clubes mãe” da esfera do grego.
Antonio Clismo II
Numa Liga profissional com regras normais, um clube como o Rio Ave nunca na vida conseguiria a licença para competir. Mas em Portugal, com os envelopes certos, pode-se tudo.
Filipe Sardinha
O Rio Ave já há muitos anos que é um entreposto de jogadores, apenas vão mudando as fontes. Um dos casos que dessa altura foi o fabinho, que esteve contratualmente ligado ao rio ave durante várias épocas (emprestado ao Real Madrid e depois ao Mónaco que o comprou). Cada vez mais acho que deveria ser implementada uma regra de limitação de estrangeiros, para evitar estas situações. É mau termos vários jogos do campeonato em que há apenas 3 ou 4 jogadores portugueses em campo.
Antonio Clismo II
Não sou a favor de quotas nem com limitações de qualquer espécie. Isso nunca dá resultados. Mas sou a favor de regras claras e bem feitas e com todos os clubes a remarem na mesma direção.
As regras da UEFA são simples. obrigação de 8 jogadores formados localmente num plantel de 27.
Ora atualmente em Portugal mudaram a regra para ser 8 jogadores formados localmente NUM PLANTEL DE 30 o que permite que muitos clubes abdiquem praticamente de apostar em jogadores nacionais.
Bastaria reverter para as regras básicas da UEFA e no ano seguinte aumentar para a obrigação de 10 atletas formados localmente num plantel de 27 e eu já ficaria mais contente e não seria nada feito abruptamente e em cima do joelho.